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Imersão na Fiocruz inspira meninas a seguir carreira científica


© Tânia Rêgo/Agência Brasil

Cerca de 150 estudantes passam três dias conhecendo a fundação

Ainda criança, a estudante Raíssa Cristine de Medeiros Ferreira, hoje com 17 anos, recebeu um ultimato da mãe:

"Eu tinha a mania de ficar misturando as coisas em casa pra ver o que ia acontecer. Aí, a minha mãe me chamava de cientista maluca. Ela falou: 'Quando você crescer, eu vou te forçar a fazer um curso de química'. E ela forçou mesmo", lembra, aos risos.

Prestes a concluir o ensino médio com técnico em Química, no Instituto Federal do Rio de Janeiro, no campus de Duque de Caxias, ela realmente vislumbra se tornar uma cientista, e não há nenhuma maluquice nisso.

Raíssa é a expressão de um movimento celebrado em todo o mundo neste dia 11 de fevereiro, o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciências.

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Criada em 2015 pela Organização das Nações Unidas, a data tem o objetivo de chamar a atenção para a desigualdade de gênero nas chamadas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (Stem, na sigla em inglês), historicamente dominadas por homens.

 

Rio de Janeiro (RJ), 10/02/2026 - Alunas do ensino médio participam de programa em que a Fiocruz abre as portas para 150 alunas no Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, na sede da Fiocruz, em Manguinhos, zona norte da cidade.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Fonte Original: Agência Brasil

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