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"Ele participou de todas as procissões do Nosso Senhor dos Navegantes, com exceção do ano passado, por questão de saúde, ele está com 93 anos... a idade está avançada, ele já não está vendo com pernas próprias", contou o filho, Wilson Cruz Filho, em entrevista ao g1.
"Não existia ponte e não existia estrada, como a gente tem a Raposo Tavares atualmente. Então, o transporte era feito ou por trem ou por via fluvial", explicou.
"Ele conta que ia no Rio Paraná junto com os outros pra pegar o barro, que fazia o tijolo, que foi erguido a capela que tem em Tibiriçá", relatou o filho.
'Museu vivo'
Fé além da religião
"Meu pai não é católico, meu pai é espírita. É uma questão de fé, uma tradição de fé e religiosidade, não a devoção vinculada a uma religião", explicou.
"Eles estavam no bote, e veio a embarcação, que atropelou o bote, e ele conseguiu botar a mão em cima da ponta da embarcação, e ele pulou para cima. Outros mergulharam e felizmente não aconteceu nada com ninguém, mas era para ser uma tragédia familiar. Ele reporta isso aí como um apoio direto de Nossa Senhora dos Navegantes", contou
Orgulho que atravessa gerações
"Ele virou e falou: 'realmente eu estou morrendo, não pude ir em Nossa Senhora dos Navegantes'. Foi um momento de lucidez que traduz o quanto isso significa para ele", relatou.
Fonte: G1 Presidente Prudente
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